Manufatura Aditiva na Impressão 3D e a Indústria 4.0

A manufatura aditiva é o resultado de séculos de evolução do processo tradicional de usinagem. Ao longo da história, os métodos de fabricação sofreram mudanças de acordo com o surgimento de novas tecnologias, passando de métodos artesanais, como forja e fundição, por exemplo, e outros processos como torneamento, fresamento, retificação, entre outros, conhecidos como manufatura subtrativa.

Esses métodos tradicionais de usinagem foram o núcleo da indústria moderna sendo responsável por toda a cadeia de produção de todos os nichos por muitos anos. A mudança ocorreu com o advento da impressão 3D, personificação da manufatura aditiva, um dos pilares fundamentais da indústria 4.0.

O que é manufatura aditiva na impressão 3D?

Na verdade, os termos são complementares, a manufatura aditiva concebe qualquer peça por meio de um software e hardware específicos. O nome “aditiva” existe, pois, a impressora 3D, a partir de um modelo tridimensional adiciona a matéria prima camada por camada, sem a existência de eventuais desperdícios, aproveitando ao máximo o material.

Em contrapartida, os métodos subtrativos costumam desperdiçar em média 80% da matéria prima utilizada para a usinagem. Usa-se um bloco e parcialmente removem-se partes do material para moldar a peça, utilizando técnicas como as citadas no tópico anterior.

Impressão 3D na Indústria 4.0

A manufatura aditiva é uma tecnologia fundamental na quarta revolução industrial, chamada de indústria 4.0, que tem como objetivo a produção de produtos com alto valor agregado, construídos com o mínimo de mão de obra possível.

Isso porque a indústria 4.0 tem como base o método de produção fundamentalmente autônomo, cujos robôs e computadores como um todo, possuem“inteligência” que possibilite a produção de uma peça em todos os níveis, desde a concepção do produto até o processo de pós-venda.

Esse tipo de workflow tem sido trabalhado a partir dos 9 pilares fundamentais da indústria 4.0:

  • Manufatura aditiva;
  • Internet das coisas;
  • Integração de sistemas;
  • Segurança cibernética;
  • Big data;
  • Robôs autônomos;
  • Simulação;
  • Computação na nuvem;
  • Realidade aumentada.

Estes pilares existem para possibilitar a comunicação integrada. A aplicação desse conceito na impressão 3D representa a busca por uma excelência operacional, viabilizando projetos de manufaturas que tradicionalmente seriam muito dispendiosos e demorados.

Para entender melhor como esse fluxo funciona, imagine um hospital especializado na criação de próteses para seus pacientes. Com os métodos tradicionais, todo o processo de criação desde a parte técnica – design da prótese e informações técnicas – até a usinagem demanda um tempo e dinheiro enormes, podendo levar meses.

Por esse motivo, é natural pensar que a escolha de uma prótese para um paciente com uma condição considerada comum, seja mais viável pois está menos sujeita a falhas, como por exemplo próteses para membros inferiores, que são mais comuns.

Por outro lado, pacientes que necessitem por exemplo, de uma prótese para o ombro, seriam preteridos pelo hospital, pois esse tipo de equipamento não tem alta demanda, logo, não há profissionais experientes para garantir o sucesso na fabricação. Em resumo, uma solicitação incomum pode gerar muito mais riscos, pois a usinagem manual depende e muito das habilidades humanas, que são falhas.

Com a inserção do processo de impressão 3D, um projeto de meses pode ser feito em 1 dia, por um valor muito inferior, viabilizando projetos de qualquer dificuldade.

Stratasys e a importância na manufatura aditiva na indústria 4.0

A introdução da impressão 3D como pilar da indústria 4.0 não foi um conceito que se consolidou do dia para a noite. Pelo contrário, aconteceu principalmente por conta das pesquisas desenvolvidas e viabilizadas pela Stratasys nas últimas 3 décadas.

Desde sua primeira criação em 1988, dando ao mundo as vantagens da tecnologia FDM, a Stratasys tem estado à frente dos desenvolvimentos constantes da manufatura aditiva, tornando-se praticamente um sinônimo da indústria 4.0.

Não é exagero dizer que a Stratasys foi e ainda é a principal responsável pela a evolução do setor. Por esse motivo é natural pensar nos equipamentos de impressão 3D da fabricante como os principais modelos do mercado.

Ciente desse fato, a Comprint é a uma importante representante dos equipamentos 3D Stratasys no Brasil, inserindo na indústria brasileira um conceito extremamente moderno e efetivo de usinagem, para criar qualquer peça, em qualquer formato, que talvez não fosse possível na usinagem tradicional ou aindaseria extremamente dispendioso.

Para conhecer mais sobre os equipamentos Stratasys disponíveis na Comprint e para entender mais sobre a quarta revolução industrial, entre em contato conosco