Agilidade e produtividade do digital conquistam Edições Loyola

A Comprint

Categoria: | 5 de abril de 2021
Edições Loyola e Comprint

Com a chegada da HP Indigo 7900, a unidade gráfica torna o modelo de baixas tiragens mais produtivo e rentável, ganhando mais força para atender a produção interna da editora e também o mercado.

 

“Estamos entusiasmados”. É dessa forma, simples e contundente, que Edson Tertuliano, gerente de produção e operações da unidade gráfica de Edições Loyola, descreve a chegada da impressora digital HP Indigo 7900.

 

Em apenas 30 dias de operação, a nova aquisição já foi capaz de aumentar a produtividade, diminuir o tempo de setup e gerar uma economia de matéria prima e insumos para atender a demanda interna da editora, além de abrir inúmeras oportunidades, levando o gerente a aumentar o seu leque de ofertas para os seus clientes, oferecendo mais versatilidade e trabalhando com a impressão de baixas tiragens sob demanda.

 

Antes da chegada da HP Indigo 7900, adquirida por meio da Comprint, metade da capacidade da impressão offset plana era ocupada pelas obras literárias de Edições Loyola e os outros 50% pelo atendimento a clientes externos.

 

Com o investimento em digital, que inclui linhas de acabamento, foi possível migrar a maior parte dos títulos da editora para essa tecnologia, liberando o offset para trabalhos de terceiros. “A agilidade e a produtividade da HP Indigo têm nos impressionado, ampliando nossa capacidade de vender para o mercado. Livros que antes levávamos 15 dias para produzir, hoje levamos apenas 3 dias”.

 

O gerente ressalta a estabilidade do equipamento. “A qualidade é a mesma da primeira à última folha, fator decisivo nos baixos volumes, o que nos permite rodar uma tiragem inteira em 1/3 do tempo que gastamos apenas no setup da offset”.

 

E ele cita um exemplo prático, que ocorre na produção dos livros de Edições Loyola: para livros no formato 16×23 cm, com 350 páginas, o breakeven entre offset e digital está em 1.000 exemplares. “O digital barateou o nosso custo e melhorou as nossas margens”.

 

A produção de Edições Loyola tem características peculiares. A unidade gráfica existe em função da editora, ela tem o compromisso maior de atender a sua produção interna, mas, com o passar dos anos percebeu que a capacidade de produção instalada era superior às suas necessidades, então essa capacidade disponível poderia ser dedicada, com a mesma qualidade, aos clientes externos.

 

Sobre a Edições Loyola

 

Assim como todo o mercado, Edições Loyola assistiu à gradual queda nas tiragens de seus 1850 títulos ativos, que passam por áreas como filosofia, teologia, bioética, educação, religião, saúde e bem-estar.

 

Em 2013 começou-se a pensar em investir em tecnologia digital e o primeiro passo foi a terceirização da impressão. “Queríamos entender o sistema, avaliar a qualidade e o acabamento – uma importante preocupação da editora, que preza pela excelência na publicação em suas obras e nas obras de seus clientes externos”, conta Tertuliano.

 

A primeira máquina digital P/B foi instalada em 2018. Depois investiu-se numa impressora colorida para a feitura de capas. Porém, em 2020, quando tudo conspirava a favor de um salto maior, chegou a pandemia e algumas estratégias foram tomando novos caminhos.

 

No auge do problema, entre junho e julho de 2020, algumas ações foram cogitadas, incluindo uma reestruturação considerável da unidade gráfica, o que baixaria muito a sua capacidade de produção, mas foi imediatamente contestada por Tertuliano e equipe. “Pensamos e avaliamos todo o contexto. Se simplesmente diminuíssemos nossa capacidade, seria praticamente impossível batermos as metas de faturamento. Mostramos que o melhor caminho era dar continuidade ao projeto digital, em meio a uma crise criamos uma oportunidade. Reestruturamos a produção, e hoje não só suprimos as necessidades internas da editora quanto enxergamos novas possibilidades”.

 

E tudo isso pôde acontecer, graças a Companhia de Jesus que acreditou na missão de Edições Loyola, que pertence à Companhia e que há mais de 60 anos está aberta a todos os ramos do saber, tendo como maior objetivo o desenvolvimento integral do ser humano e indo ao encontro dos ideais dos jesuítas.

 

A Companhia de Jesus, atualmente, mantém 17 colégios e 3 universidades, campo mais do que fértil para a unidade gráfica de Edições Loyola aplicar o seu poder de produção no universo dos livros acadêmicos e de apoio à educação básica.

 

Edson Tertuliano credita, também, o sucesso do projeto à assessoria da Comprint e da HP, desde a preparação do espaço para a instalação do equipamento até a indicação dos fornecedores e periféricos. “Estamos surpresos e felizes com o atendimento e parceria da Comprint“.